Durante a Hortinov 2026, as áreas de campo e estufas foram palco para uma experiência de conhecimento aplicado. Ao acompanhar as variedades em cultivo e conversar com a equipe técnica, os participantes puderam ampliar a visão sobre possibilidades de manejo, desempenho e planejamento produtivo.
Confira, abaixo, o que alguns dos visitantes falaram sobre a experiência e a parceria com a empresa.
DEPOIMENTOS
“Nossa parceria com a Sakata é de longa data. Em 1995, iniciamos o trabalho com o tomate Carmem. De lá para cá, fomos trabalhando com algumas variedades e desenvolvendo testes nas nossas áreas, em um verdadeiro campo experimental dentro dessa parceria. Hoje, trabalhamos com o Robusto, o Da Vinci, agora temos o Poweroot e estamos conhecendo o Mandalah. Na Hortinov, conseguimos conhecer as opções de variedades, observar no campo a condução da planta e o potencial de cada material. Isso é muito importante para nós. Também tem a troca de ideias e de informações. Conversando pessoalmente, ao vivo e no lugar, sempre surgem novas ideias e possibilidades de melhoramento para praticar no campo. A gente vive disso. Nunca estamos completamente por dentro de todo o potencial ou de todas as novidades do momento. É informação, intercâmbio e um campo como esse é muito bem-vindo para todos do segmento. Hoje, o custo está cada vez mais alto e o achatamento da margem de lucro é muito grande. Por isso, precisamos equacionar essa situação com novas ferramentas que vocês nos oferecem.” – Lázaro Lauro de Andrade, sócio do Grupo Irmãos Andrade, de Monte Mor (SP).
“A gente tem parceria com a Sakata desde 2006. Fomos um dos pioneiros a cultivar o brócolis Avenger em Minas, e essa parceria é muito importante para nós, porque a empresa está sempre junto, oferecendo assistência quando surge alguma dificuldade. A gente também já fez testes e produziu outros materiais, como alface americana, e a Sakata nunca deixou a desejar. Para a gente, é muito interessante vir aqui a campo, na Hortinov, porque tem variedade nova sendo lançada e também materiais já consolidados, como o Avenger, que está no mercado desde 2006 e continua sendo um excelente material. O Avenger tem maior shelf-life, boa formação de cabeça e é muito interessante para o nosso trabalho, porque a gente atua com muitos blocos e atende diferentes regiões. Eu vejo que o produtor ganha muito em qualidade de produto. A gente produz e também comercializa, então acompanhamos os dois lados.” – Altair Jesus Pereira, proprietário da Frutas e Verduras AP, de Bom Repouso (MG).
“Achei a Hortinov bem legal, porque são várias cultivares, várias plantas diferentes. É interessante, porque a gente acaba conhecendo um pouco mais de cada uma delas, juntamente com o manejo integrado, as soluções biológicas da Biotrop e a genética que a Sakata entrega. Isso acaba agregando para o produtor, não somente na cultura com a qual eu trabalho lá, mas também no conhecimento das outras culturas. Somos parceiros da Agritu há muitos anos, desde 2019. As variedades da Agritu, hoje, representam quase 80% da nossa produção. E da Sakata, faz dois anos que eu planto a Bola de Ouro, que é uma cultivar híbrida de cebola. Ela é uma cebola que a gente consegue encaixar em uma janela muito boa de cultivo e alcançar uma qualidade muito boa de pós-colheita e pós-estoque. Do meu ponto de vista, ela entrega uma qualidade excelente. Como a nossa região costuma trabalhar com estocagem de cebola, ela se comporta muito bem. Essa evolução e esse desenvolvimento genético são muito importantes para que a gente consiga alcançar maior rentabilidade, pensando em manejo, análise de viabilidade, produção e resultados. Elas agregam bastante valor. É importante plantar algo bom, vender bem e ter um bom resultado.” – Guilherme Fernando Bilk Berk, produtor de cebola, de Ituporanga (SC).
“Já é o terceiro ano que organizamos uma excursão técnica com produtores de hortaliças da região para participar da Hortinov. E, a cada ano, aumenta a participação dos produtores nessa iniciativa. Aqui, a gente consegue vivenciar, junto com todo o apoio técnico da Sakata, as diferenças entre os materiais, toda a parte genética que a empresa produz e, principalmente, observar tudo isso na melhor situação possível: na prática, com os materiais no campo. Isso agrega muito e traz bastante credibilidade para o produtor definir quais materiais vai semear. Em relação às novidades, aqui conseguimos observar os materiais lado a lado, o que ajuda muito a identificar os diferenciais de cada produto. Um exemplo é a Alexa, abobrinha que chamou bastante atenção. Os produtores já perguntam se ela está disponível e demonstram interesse imediato. A decisão, muitas vezes, parece já estar tomada ali mesmo. A Companhia da Terra completa 31 anos agora em junho, e somos parceiros da Sakata desde quando a empresa se tornou Sakata, ainda na época da Agroflora. É o nosso principal parceiro no segmento de sementes de hortaliças. E muito disso não está somente nos produtos, nas sementes e na genética, mas também em toda a equipe técnica, no apoio e na parceria que a Sakata oferece ao longo de todo o ano. Isso fortalece a relação da Sakata com a revenda e também com o produtor.” – Hodyr Rodrigues Ferreira, proprietário da Companhia da Terra, de Guaratinguetá (SP).


